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Regras, automação ou agentes?

Saiba quando regras simples chegam, quando o apoio de IA ajuda e quando um agente justifica a complexidade adicional.

RESPOSTA CURTA

Regras, automação ou agentes?

Use regras normais quando as entradas, decisões e resultados são previsíveis. Acrescente IA quando parte do trabalho exige interpretação. Use um agente apenas quando o sistema tem de escolher entre ferramentas aprovadas ao longo de vários passos. A opção fiável menos complexa costuma ser a melhor.

EXEMPLO PRÁTICO

Numa caixa de entrada de apoio, as regras podem detetar o idioma e encaminhar pedidos conhecidos. A IA pode redigir uma resposta a partir de informação aprovada. Um agente só se justifica se tiver de consultar uma conta, escolher uma ação permitida e preparar uma alteração para aprovação humana.

O QUE PODE CORRER MAL

É frequente introduzir um agente antes de o processo ter um responsável, usar IA probabilística para uma consulta fixa ou automatizar uma decisão sem definir as consequências. Isso acrescenta custo e incerteza sem melhorar o trabalho.

PRÓXIMO PASSO PRÁTICO

Descreva um processo passo a passo. Classifique cada passo como regra fixa, interpretação, ação numa ferramenta ou decisão humana. Se a maioria for fixa, comece pela automação e não por um agente.

TERMOS UTILIZADOS
Regra determinística
A mesma entrada válida produz o mesmo resultado definido.
Agente
Software que escolhe entre ferramentas aprovadas para cumprir um objetivo limitado.
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